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Conheça os hábitos que podem aumentar a sua conta de energia

Conheça os hábitos que podem aumentar a sua conta de energia

Combater o desperdício de energia é um desafio importante e que faz diferença na conta no final do mês. O que muitas pessoas não sabem é que alguns hábitos, que geram o aumento do consumo, podem estar passando despercebidos no dia a dia.

Você sabia, por exemplo, que aqueles forros de prateleiras, muito comuns em geladeiras, prejudicam a circulação de ar frio, fazendo com que esse eletrodoméstico trabalhe mais e consequentemente gaste mais energia para compensar? E que guardar panelas quentes na geladeira também podem gerar um aumento desnecessário no consumo de energia e o indicado é que os alimentos devem resfriar do lado de fora antes de serem guardados? Ou ainda, que conferir se a borracha da porta da geladeira está em boas condições e evitar o “abre e fecha” são ações importantes para isolar o ar frio interno ajudando a evitar um gasto maior de energia?

O Gerente de Construção e Manutenção da Energisa Sergipe, Wilton Leal, ensina uma boa maneira de testar a borracha da geladeira. “A dica é simples, coloque uma folha de papel na porta da geladeira, em seguida puxe a folha devagar. Se a borracha de vedação estiver em boas condições, a folha ficará presa, mas, se estiver danificada, será fácil removê-la. É interessante testar várias áreas da borracha e, se o nível de desgaste estiver alto, é necessário efetuar a troca”, alerta.

Algumas atitudes simples podem evitar surpresas na conta. Em relação aos ventiladores, por exemplo, o ideal é que permaneçam ligados apenas quando alguém estiver usando. Deixar o ventilador ligado com antecedência para tentar refrescar um ambiente, não funciona.

Outro grande vilão no gasto de energia é o chuveiro elétrico, por isso, priorizar a posição “verão” e reduzir o tempo dos banhos é o mais recomendado para quem quer evitar o desperdício. Trocar lâmpadas incandescentes pelas de LED também é uma boa forma de diminuir a conta, pois, são mais econômicas. Outra dica importante é evitar deixar fogão e geladeira muito próximos, pois o calor pode aumentar o consumo de energia da geladeira.

Por falar em calor, percebeu que no verão a conta tende a vir um pouco mais alta? Isso ocorre porque a mudança no consumo está diretamente ligada ao aumento da temperatura, que leva as pessoas a usarem mais equipamentos para manter o ambiente mais fresco. Somada a isso, está a forma como os eletrodomésticos consomem a energia elétrica nos dias mais quentes. Por exemplo, um ar-condicionado que ficava ligado seis horas nos outros meses, usará mais energia para deixar o ambiente fresco nos dias mais quentes mesmo que utilizado pelo mesmo período de tempo. Ainda que o hábito da família não mude, é possível que haja um aumento de consumo, exclusivamente por conta das altas temperaturas.

Manter os filtros dos aparelhos de ar-condicionado limpos é muito importante, pois filtros sujos forçam o aparelho a trabalhar mais. Além disso, proteger a parte externa, o condensador, e manter a temperatura em 23ºC, sempre que possível, também podem ajudar.

“Não podemos imaginar que nossos eletrodomésticos que trabalham com refrigeração, como geladeira e ar-condicionado, estão trabalhando da mesma forma nos dias mais quentes.  Com as temperaturas altas, esses equipamentos trabalham mais, consomem mais energia para manter o mesmo padrão de funcionamento”, explica Wilton.

Atrelado a chegada do período de calor, o estado de Sergipe ainda vive ainda um cenário em relação a pandemia mundial causada pelo Covid-19, o que pode agravar ainda mais a administração do consumo em casa, com profissionais em home office e crianças longe da escola. “Com as famílias em casa durante esse período de forte calor, é fundamental que a utilização dos aparelhos eletrodomésticos seja bem administrada, e o uso se faça de forma consciente, para que isso não pese na conta no fim do mês”, lembra o Gerente.

No site www.energisa.com.br é possível conhecer outras dicas de economia e também um simulador de consumo que permite estimar o custo em reais de cada equipamento, dependendo da potência e do período utilizados.

Fonte: Assessoria/Energisa

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